*Cαrtαχiηhα*

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domingo, outubro 15, 2006

É, finalmente vim escrever... Isto de não ter net na casa do Porto tem as suas desvantagens, mas mesmo assim acho que não teria tido tempo para o fazer mesmo que tivesse.
E pronto, estou no Porto... Por esta altura (ao fim da 3ª semana de praxes) já digo muito sinceramente: não troco o Porto nem Farmácia por nada deste mundo! Digo isto agora, mas ao fim do 1º dia de praxes foi muito mau... Cheguei a casa a pensar "Mas afinal o que vim fazer para o Porto?? Será que eu estava doida ou sou mesmo???"... Eu, vinda da minha santa terrinha em que conheço toda a gente, cheguei ao primeiro dia de praxes e tudo era caras desconhecidas e sítios que eu nunca tinha visto... Deu cabo de mim basicamente... Via gente a falar uns com os outros, e eu ali, sozinha... Ah e tal porque és jovem...
Mas pronto, se há coisa para que as praxes servem é para conhecer gente, e agora somos todos uma grande família. Já sei a maioria dos nomes dos rapazes de cor, os das raparigas sei alguns, porque são tantas que começo para lá a trocar caras e nomes (embora se eu chamar uma rapariga de Ana ou Joana, a probabilidade de acertar é bastante elevada). Mas também acabo por falar mais com os rapazes, porque eu gosto de andar na praxe e participo em tudo o que posso, assim como a maioria dos rapazes... Logo, acabo por falar mais com eles (além de que eles são muito menos que as raparigas). Tenho sempre a minha companheira de viagens para casa e de praxes (uma das que gosta mesmo daquilo como eu) que é a Elsa, as miúdas de 87 (como a Jo, Catarina, Fátima, Raquel e Pilar), a Dianinha que funciona a pilhas Duracell e a nossa antiga "ponta" (que eu fui substituir no 2º dia de praxes) que é a Dri.
E depois, isto de ser "ponta" dá muito jeito para as pessoas te conhecerem... é só dizer "a miúda que anda aos berros feita parva sou eu" que as pessoas sabem quem sou. Pior é conseguir falar o resto dos dias... mas não há crise... é da maneira que me calo de vez em quando (ou então não =P)
Aiii eu gosto daquilo. Não, eu adoro aquilo! Acho que quem é anti-praxes não sabe o que perde (também sei que há muita gente que não tem o que se chama de "o espírito"), mas eu acho que as praxes são fundamentais para se conhecer a malta e para nos darmos todos bem... e como já disse muitas vezes, vou ter pena quando as praxes acabarem!